INTELIGÊNCIA OU COMPETÊNCIA EMOCIONAL ?

INTELIGÊNCIA OU COMPETÊNCIA EMOCIONAL ?

Inteligência ou Competência Emocional ?

Após o sucesso da obra “Inteligência Emocional”, de Daniel Goleman, muito se tem falado a respeito das emoções.

Mas, há uma questão que não quer calar: o termo mais apropriado é inteligência ou competência emocional ?

Se escolhida a primeira opção, quem porventura não estiver utilizando de seus plenos recursos ou não estiver conseguindo os resultado que deseja deve ser rotulado como “menos inteligente”, incompetente, desqualificado ou burro ?

Acredito que não e já está mais do que na hora de deixarmos as rotulações de lado.

Penso que o termo mais adequado seja “competência emocional” e compartilho da visão da turma de administração e RH sobre a importância do C.H.A (conhecimento, habilidade e atitude).

Ao se referirem à questão da competência, alguns experts a qualificam como a “capacidade de mobilizar conhecimentos”.

Mas, veja bem: não se pode exigir nada de alguém (de nós ou de quem quer que seja) que esteja inconsciente da existência ou disponibilidade de um determinado conhecimento (vide quadro abaixo). Em face da ordem natural das coisas, num primeiro momento somos todos incompetentes inconscientes; ou seja, não sabemos que não sabemos – e não devemos ser condenados por isso.

evolucao-da-competencia

Somente após tomarmos conhecimento da existência de algum fato ou conhecimento é que nos tornamos incompetentes conscientes; ou seja, já sabemos que não sabemos, sabemos que não conhecemos ou que não dominamos um assunto específico (2º quadrante).

Nesse momento somos “convidados” a fazer escolhas (lembrando que não escolher também é uma escolha – negativa) e muitos de nós se paralisam emocionalmente; seja por acreditarem na própria incapacidade ou na sua pré-destinação à infelicidade, na falta de alternativas, etc

Por conta disso, acredito que, antes de exigirmos que alguém se utilize de suas “competências emocionais”, devemos ao menos lhe proporcionar uma revisão de alguns conteúdos básicos (que muitos de nós ainda não tiveram a oportunidade de aprender); tais como a diferença entre emoções básicas e sentimentos e respectivos impactos, capacidade e poder pessoal, possibilidade de criação de novas alternativas, diferença entre culpa e responsabilidade, influência nas e das inter-relações pessoais, etc.

Adquirido o conhecimento e feitas as escolhas, surge a possibilidade de se alcançar o terceiro quadrante: “competência consciente”. Como “sei que sei”, me esforço por desenvolver minhas habilidades e aprimorar minhas atitudes, agir com congruência.

Mas, e o quarto quadrante ?

Esse é o quadrante da excelência; momento em que nos tornamos competentes inconscientes. Não agimos mais porque sabemos que sabemos; mas porque já internalizamos as questões e optamos agir com congruência; os acontecimentos se tornam tão naturais quanto o ato de respirar…

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