PARTE 2 – Aprendendo a agir com resiliência e a gerenciar o estresse.

PARTE 2 – Aprendendo a agir com resiliência e a gerenciar o estresse.

Neste post dou continuidade as recomendações de como agir com resiliência e gerenciar o estresse (se não leu o post anterior, clique aqui)

As próximas recomendações são para a mente, estão relacionadas com nossa maneira de pensar. Vamos lá…

1. NUNCA ABRA MÃO DE SEU PRÓPRIO PODER.

Nós podemos

Considere o quanto já caminhou e aprendeu nessa jornada e respeite sua própria capacidade: você é dono de sua vida e o maior responsável por sua própria felicidade.

Você pode aceitar e fortalecer esse fato, se apropriando de seus recursos e possibilidades ou simplesmente negar e permitir que outros interfiram em sua existência, em suas escolhas.

Dizem que se você não tiver planos para sua vida, alguém os terá (ou seja, muito provavelmente, consciente ou inconscientemente, seremos usados por alguém).

 

2. O MUNDO É BEM MAIOR DO QUE O “SEU MUNDO”.Pense fora da caixa

Isso significa que o que você vê, julga ou compreende é provavelmente uma insignificante fração do todo, apenas uma face de um enorme prisma. Portanto: pense fora da caixinha ! Mantenha-se aberto ao novo; aja com flexibilidade.

 

Foco
3.  “SUA ENERGIA VAI AONDE SUA ATENÇÃO ESTÁ”.

Dê valor e pratique o pressuposto que dá força ao “segredo do sucesso”: FOCO.

 

4. IDENTIFIQUE E CONTEXTUALIZE SUAS QUESTÕES.

Identificar as questões

Generalizações só tendem a aumentar qualquer problema.

É de extrema importância identificarmos :

  • o que efetivamente está sob nossa responsabilidade;
  • o que não está efetivamente sob nossa responsabilidade mas podemos influenciar; e
  • o que efetivamente está fora de nosso alcance.

Qualquer que seja a situação, é adequado que nos esforcemos para identificar a causa, a origem do incômodo, senão o agente estressor.

 

Atenção na comunicação5. PRESTE ATENÇÃO À SUA COMUNICAÇÃO

 

Preste atenção ao que deseja comunicar e ao resultado que deseja obter.

Em se tratando de comunicação é muito importante atentarmos para dois pressupostos:

“É impossível não se comunicar”.

Mesmo que fiquemos de boca fechada “o corpo fala”; nós nos “comunicamos” através da expressão corporal ou “comunicação não verbal”.

Por uma deficiência de nossa cultura “alucinamos”, imaginamos, “adivinhamos” o que o outro quer dizer (e não disse) e vice-e-versa.

O comunicador é responsável pelo resultado da comunicação”.

Saiba que durante sua comunicação o ser humano tende a

  • generalizar,
  • omitir, ou
  • distorcer as informações.

Se não estivermos em sintonia com o outro, certamente não conseguiremos nos fazer entender, a qualidade da relação ficará comprometida e as coisas não sairão como desejamos e se isso acontecer contigo imagino que já saiba como se sentirá, como ficarão suas emoções.

Isso significa que se o “outro” não nos entende é porque estamos sim “falando grego”; estamos falando de uma forma que não lhe faz sentido

Nada de dizer que o outro é burro; pois se ele realmente for burro maior ainda será nossa responsabilidade na transmissão da informação e do resultado a ser obtido.

Marshal B. Rosenberg, autor do livro “Comunicação Não Violenta” (Editora Ágora – leitura recomendada e obrigatória) relata uma experiência vivida com sua própria mãe:comunicação não violenta

“Minha mãe esteve uma vez num seminário em que outras mulheres estavam discutindo quanto era assustador expressar suas necessidades. De repente, ela se levantou, deixou a sala e não voltou por um longo tempo. Ela finalmente reapareceu, parecendo muito pálida. Na presença do grupo, perguntei: “Mamãe, a senhora está bem ?”

“Estou”, ela respondeu, “mas de repente percebi uma coisa que foi muito difícil para eu aceitar”.

“O que foi ?”

“Acabei de tomar consciência de que tive raiva de seu pai durante 36 anos por ele não atender às minhas necessidades, mas agora percebo que não disse a ele nenhuma fez com clareza do que necessitava”.”

Por não saber se expressar, raiva por 36 anos ? ? ?

A questão da “comunicação” vale um curso à parte. Quem sabe um dia.
Enquanto não chegamos lá, diante de seus desafios, lembre-se do semáforo:

  • captura-de-tela-2016-09-09-22-24-42pare – não aja por impulso, evite as falas ou respostas automáticas;
  • perceba, identifique suas emoções e se sintonize com o outro, com o que está acontecendo à sua volta; reflita sobre os resultados que deseja obter;
  • comunique-se.

 

 

Por hoje é só ! Continuaremos num próximo post.

Até breve.

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