CONVERSAS QUE IMPORTAM (by Art of Hosting)

CONVERSAS QUE IMPORTAM (by Art of Hosting)

Prezadas Amigas e Amigos

Quero convidá-los a integrar e a interagir com este grupo – CONVERSAS QUE IMPORTAM (https://www.facebook.com/groups/conversasqueimportam/).

Mas, desde já, um aviso: suas atividades serão presenciais (a princípio em Itupeva, onde resido), “de coração para coração” e vou explicar o porquê.

“CONVERSAS QUE IMPORTAM” é o lema utilizado por uma rede de trabalho colaborativo chamada “Art of Hosting” (Arte de Anfitriar) – http://www.artofhosting.org/, que se resume na promoção das lideranças – do pessoal ao sistêmico; partindo da experiência individual, do diálogo, da facilitação e da co-criação de novas respostas “práticas” visando o enfrentamento de desafios complexos.

Conversação, mais do que qualquer outra forma de interação humana , é o lugar onde se aprende , onde se trocam ideias, se oferece recursos e se cria inovação.

No entanto, nem toda conversa funciona assim. Muitas pessoas experimentam reuniões onde se desperdiça o tempo, conversas onde apenas se debates sem proporcionar qualquer resposta diferente ou nova, e de forma coletiva. As pessoas querem contribuir, e não sabem como.

Nos encontros baseados no modelo “Art of Hosting” busca-se proporcionar espaços de aprendizagem coletiva, mediante compartilhamento das fontes de informações e saberes, que possam resultar em conversas sábias e em resultados positivos para toda a sociedade.

Para que essa rede funcione, alguns de seus princípios são :

  • Presença genuína no “aqui e agora” (estar presente de corpo e alma nas discussões);
  • A arte da escuta;
  • Confiar no processo sem se impor – tudo tem seu tempo;
  • Respeito por si, pelo outro, pelo todo;
  • Buscar a sabedoria de viver em comunidade;
  • Espontaneidade e integridade: posso ser “eu” mesmo sempre;
  • Liberdade para experimentar, praticar;
  • Simplicidade com responsabilidade e paixão;
  • Honrar o “vazio” – deixar espaço para o que precisa acontecer;
  • Cuidar de um campo sutil.

Tem havido “muito barulho” nesse último ano; temos ouvido muitos protestos e reivindicações e praticamente nenhuma resposta ou atitude positiva, duradoura.

Diante desse quadro, algumas perguntas talvez se façam necessárias:

–        O que de fato desejamos ?

–        Pelo que somos responsáveis ?

–        O que é possível fazer e quais as opções ?

–        Como queremos ser lembrados pelas gerações futuras ?

O convite a formação do grupo está feito e por ora é apenas um convite.

Estarei ausente entre meados de junho e durante o mês de julho; tempo talvez mais do que necessário para que esse convite, essa ideia se propague, se alastre – ou não.

Quando do meu retorno, em Agosto, prometo convidar os eventuais interessados a um primeiro encontro, a uma primeira rodada de discussões, a fim de esclarecer melhor o funcionamento desse tipo de proposta.

Enquanto isso, sintam-se à vontade para me contatarem.

Abs a todos.

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